quinta-feira, 5 de julho de 2012

Descubra os motivos para evitar o consumo de refrigerante



O refrigerante possui ingredientes que nada contribuem para a saúde. O açúcar ou adoçante (no caso dos light ou zero) provocam a queima de vitaminas e minerais da dieta. Em excesso, o refrigerante aumenta as taxas de glicose e triglicerídeos. É uma bebida viciante, devido à presença de cafeína.
Outro ingrediente perigoso é o ácido fosfórico. Ele reduz a absorção de cálcio, podendo comprometer a manutenção da massa óssea. Além disso, são ricos em corantes, acidulantes, conservantes e possuem teor altíssimo de sódio, que causa retenção de líquidos, elimina cálcio e reduz a disponibilidade de magnésio na circulação, facilitando a formação de gordura corporal.
É uma bebida nutricionalmente pobre, por apresentar apenas calorias vazias (não oferece nenhum benefício). Contribui para o aumento de peso e o aparecimento de celulites (células de gorduras inflamadas).

Fonte: http://www.sonutricao.com.br/conteudo/artigos/refri/

Experimento: Cultivo de bactérias em meio de cultura


Olá pessoal!

Sua escola tem laboratório de Ciências bem montado? Ótimo!

Mas a falta de laboratório com microscópio e demais equipamentos (realidade da maioria das escolas públicas) não vai impedir você de tratar desse conteúdo- Microrganismos – As bactérias.

Utilizando materiais alternativos você pode inovar suas aulas tornando-as mais interessantes e participativas.

Vamos lá...

Cultivo de bactérias em meio de cultura

Objetivo:
Mostrar a existência de microrganismos e como eles contaminam o meio de cultura.

Materiais:
1 pacote de gelatina incolor
1 xícara de caldo de carne
1 copo de água
2 placas de Petri (ou 2 tampas de margarina, ou 2 potinhos rasos)
hastes flexíveis com ponta de algodão
filme de PVC transparente
etiquetas adesivas
caneta
fita-crepe

Procedimentos:
1. Reunir-se em grupos. Cada grupo ficará responsável pela contaminação de 3 meios de cultura, conforme explicado a seguir.
2. Para produzir o meio de cultura, dissolva a gelatina incolor na água, conforme instruções encontradas no respectivo pacote. Misture ao caldo de carne. Reserve.
3. Coloque o meio de cultura na placa de Petri ou em material alternativo, cobrindo o fundo.
4. Cada cotonete deve entrar em contato com um tipo de superfície, por exemplo: no chão, entre os dentes, entre os dedos dos pés, em notas de dinheiro, entre outros.
5. Cada cotonete do item anterior deve ser esfregado levemente sobre um meio de cultura para contaminá-lo.
6. Cubra as placas de Petri e isole as laterais com fita-crepe ou envolva as tampas de margarina com filme de PVC transparente. (Professor: esta etapa deve ser feita por você, pois é importante que o conteúdo das culturas seja mantido isolado para que os alunos não tenham contato com o material. Para os procedimentos adequados, observe abaixo o quadro Orientações para assepsia de materiais e manipulação de microrganismos).
7. Marque nas etiquetas adesivas o tipo de contaminação feita e cole nos respectivos recipientes (placas de Petri, tampas de margarina etc.).
8. Mantenha o material por 3 dias e observe as alterações que forem ocorrendo.
Precauções:
Use avental de mangas compridas e óculos de proteção.

Analise e discuta
1. Quais foram as alterações observadas?
2. Qual meio de cultura pareceu ter sido mais contaminado?
3. Qual a relação dos resultados observados com os hábitos de higiene que devem ser adotados?

Discussão:
Ao encontrar um ambiente capaz de fornecer nutrientes e condições para o desenvolvimento, os microorganismos se instalam e aparecem.

Esse ambiente pode ser alimentos mal-embalados ou guardados em local inadequado. O mesmo acontece com o nosso organismo: sem as medidas básicas de higiene, ele torna-se um excelente anfitrião para bactérias e fungos.

Como ensinar microbiologia, com ou sem laboratório.
Disponível em:
http://revistaescola.abril.com.br/ciencias/pratica-pedagogica/como-ensinar-microbiologia 426117.shtml
http://www.edicoessm.com.br/backend/public/recursos/Seres_procarioticos.pdf

Rio + 20, Desenvolvimento Sustentável... Meio Ambiente


Por lembrar do Meio Ambiente... Vejam que vídeo legal sobre preservação do ambiente. É bem simples e interessante!

Sobre a Rio + 20




    A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, A Rio+20, foi realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 foi assim conhecida porque marcou os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre  Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Rio-92) e contribuiu para definir a agenda de desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.

A proposta brasileira de sediar a Rio+20 foi aprovada pela Assembléia-Geral das Nações Unidas, em sua 64ª Sessão, em 2009.

 Objetivo:
A renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.

Temas principais:
A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza; e
A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável. 

Confira alguns documentos desta conferência.


Fonte: http://www.rio20.gov.br/sobre_a_rio_mais_20

quarta-feira, 4 de julho de 2012

O que é Ciência?

A Biologia é a ciência que estuda a vida. Mas... O que é ciência
Selecionei este vídeo elaborado por alunos do curso de direito da UNISUL que aborda o conceito de ciência e sua importância.




O que é Biologia?


 Todo livro ou curso de Biologia que se preza se inicia com uma discussão sobre o que é Biologia. A resposta é sempre a mesma: biologia é o estudo da vida. E segue a explicação sobre a origem grega do termo: bio = vida; logos = estudo. E passamos então alguns bimestres ou semestres de nossas vidas estudando a própria vida
E que vida é essa que estudamos? Ou melhor: o que é a vida?

Essa pergunta nenhum livro ou professor se arrisca a responder. O que se pode dizer é que nos limites desta ciência chamada biologia, a vida é estudada a partir dos seres vivos. Isto é, entendendo sua origem e evolução, analisando suas relações com o meio ambiente e com os outros seres vivos, classificando-os e agrupando-os conforme suas características.

E como estamos falando da ciência biologia, todas essas coisas são feitas por meio de métodos científicos, relacionando causas e efeitos. Isso é importante dizer porque muito antes de existir essa ciência chamada biologia, os seres humanos já estudavam a vida, cada um ao seu modo. Os egípcios deram grande contribuição à medicina ao utilizar a técnica de embalsamamento de seus mortos durante séculos, o que significou acumular conhecimento sobre o corpo humano. Além de construírem pirâmides, os egípcios chegaram a fazer cirurgia craniana. O grego Hipócrates (c. 460-377 a.C.), milênios atrás, já defendia que as doenças eram causadas por causas naturais, o que poderia soar muito estranho num tempo em se creditava a deuses e demônios todas as enfermidades. Mas todo esse conhecimento dos antigos era adquirido de forma empírica e não utilizando métodos científicos.

E o que nós estamos fazendo ao estudar biologia? Estudando o “estudo da vida”?

Na prática, para o estudante comum, é isso mesmo. Estamos estudando o conhecimento construído com muito suor pelos cientistas que fizeram e fazem biologia ao longo de séculos. O estudante que resolver fazer ciência um dia, passará do “estudo do estudo da vida” para o “estudo da vida” propriamente dito. E para o estudante que dá esse passo além, a pergunta “o que é biologia” ganha um peso muito mais importante, quem sabe até uma urgência filosófica.

Dizer que a biologia é o estudo da vida é algo que nos parece muito agradável e de uma “meiguice” que a priori torna tudo muito belo. Mas porque estudamos a vida? Como se estuda a vida? Que tipo de coisas produzimos ao estudar a vida? Para estudar a vida, precisamos causar dor em animais dentro dos laboratórios das universidades e empresas? Estudaremos a vida para alcançar a cura de doenças ou para criar patentes que nos ajudem a obter lucros com o dinheiro dos doentes? A invenção de armas biológicas é um legítimo estudo da vida?

Talvez a “meiguice” a qual nos referimos venha a se esvair quando nos damos conta de que o estudo da vida muitas vezes ao longo da história não tenha tido objetivos tão nobres. A prática da eugenia nazista é um exemplo concreto. Talvez o número de questões de cunho filosófico, moral e ético que se levantam ao nos aprofundarmos um pouquinho no significado de “estudar a vida”, explique o motivo pelo qual esse assunto ganha apenas meia páginas nos livros de biologia de ensino médio.

No entanto, de forma alguma podemos culpar a biologia como ciência pelos usos e abusos que o ser humano faz da mesma. Os romanos já envenenavam rios muitos séculos atrás para matar seus inimigos e durante a Idade Média era comum lançarem corpos apodrecidos por meio de catapultas para além das muralhas de cidades sitiadas como forma de contaminar a população local com doenças oriundas dos cadáveres. A engenhosidade do ser humano para realizar destruição utilizando conhecimento sobre a vida natural não é privilégio das gerações atuais.

Para não ficarmos só no samba triste, é bom lembrar que alguém já disse que assim como o século XX foi o século da física, o século XXI deverá ser o século da biologia.

Você já deve ter ouvido falar muito das promessas acerca das pesquisas com células-tronco. Todos os dias os noticiários têm alguma novidade do mundo da medicina. Tem gente estudando a vida pra valer. Sem essas pessoas, epidemias como a gripe suína poderiam se tornar uma catástrofe muito maior, como foram a peste negra e a varíola um dia.

Muitas vezes o estudante que está de olho no vestibular não tem tempo para pensar nos aspectos ideológicos e filosóficos de se estudar biologia, mesmo porque até hoje nenhuma banca de prova perguntou “o que é biologia?”. Mas para aqueles que vão ingressar nas carreiras da área de biológica (que está sempre na moda), é bom saber que depois de estudar divisão celular, reprodução das plantas, morfologia dos artrópodes, fisiologia dos anelídeos, taxonomia e outras coisas que o vestibular exige, o estudo da vida ganhará um propósito que é muito particular em uma sociedade capitalista e decisão única do indivíduo: fazer biologia para estudar a vida ou estudar a vida para fazer dinheiro.

Fonte: http://www.qieducacao.com/2010/06/o-que-e-biologia.html